mais dias

Acabei de assistir — pela sei lá quanta vez — o filme Para sempre Cinderela (1998), que julgo ser a melhor versão do conto já gravada. Gosto que Danielle (Cinderela) nessa versão, que mesmo sendo contato na época de existências de reinos, não a fez ser uma donzela indefesa, muito pelo contrário, era não apenas inteligente, como completamente capaz de se virar só. 

Não me recordava que o príncipe Henry havia tido um diálogo com o DaVinci sobre a existência de almas gêmeas. Por que esse assunto esta me perseguido? Bem, ele levanta questionamentos sobre a existência dela, e no fim do filme, ele respondera à Danielle que acreditava ela ser a dele. Mas suponho que os “românticos” e entendedores do tema julgariam que não poderia ser, afinal, eles tiveram poucas provações, não foi uma paixão avassaladora e muito menos se viu uma sequência suspeita de bandeiras vermelhas. Quem estiver acostumado demais com as comédias dos últimos tempos, ao se assistir a ele, pode se chegar a duas percepções, ou de que é bom por ser leve, ou achá-lo muito água com açúcar. Mas para minha predileção, ele se encaixa muito bem.

Estou no rol das criaturas que reprisam mais os filmes que gosta que assiste filmes novos. Fazer o quê né?!

***

Mais uma semana começa, e cada vez mais próximo estamos nós de mercúrio entrar no modo retrógrado, e nem ligo, porque esse mês é o mês das minhas férias — mas 15 dias passam voando!

***

Como terminei de ler Diamantes do Sol da Nora Roberts e estou sem pique para romance após dois seguidos — também porque foi decepcionante reprisar a Jude quebrando o nariz do Aidan no soco.

Resolvi por uns livros que tenho em casa naqueles site de sorteio, já que nem para escolher eu quis, e o eleito aleatoriamente foi o Medo Clássico (vol. 1) do Edgar Allan Poe. Não é uma leitura complicada, mas terá que ser lido lentamente, isso porque tenho por obrigação, ler o livro sobre Analise de conteúdo para o TCC.

Que a semana seja ao menos prazerosa, mesmo que no meu trabalho a previsão indique agitação.

Comment