Outro mais…

Enfim, terminei o livro da Nora e a eu de 2010 pode se sentir bem, porque ela tinha bom gosto e pelo visto continua tendo.

Quando li o Laços de Fogo, havia entrado no IF do meu Estado e foi um período doido que só, e ler foi uma coisa boa nesse meio tempo. Gostava dos romances da Nora nesse período — e não que ainda não goste, apenas tiver que ir mudando o ritmo e escolha de leitura com o tempo devido à universidade — e reler foi algo novo, porque né, de 2010 para cá teve chão…

Amo a história ainda, porém confesso que teve momentos que queria matar ambos nessa loucura de gato e rato deles. Como terminei, vou começar (reler melhor dizendo) Diamantes do Sol — medinho do momento: que meu amor pelo Aidan mude com a releitura, afinal, Aidan é milhão de vezes mais intenso.

Terminei o Laços de Fogo na versão EPUB, mas achei ambos os livros em um sebo online, e claro, tive que comprá-los poder rabiscá-los à vontade. Chegaram em bom estado — ficarei apenas com o volume 1 de cada trilogia, porque lembro que gostei mais desses que dos demais.

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É do tipo que acredita em “Certo, mas no memento errado” ou é mais de “Tudo acontece exatamente como deve acontecer”? Não sei bem o porquê, mas particularmente acredito mais no último. Creio apenas que tudo sempre está onde deve estar. Sabe porque perguntei? Apenas toda hora vejo essa coisa de PNL, lei da atração, leituras de tarô dando sermão no tipo “Movimente-se garota! Saia dessa monotonia e não teime em repetir ciclos, ok?!”, e fico se entender se é um recado ou apenas loucura de algoritmo e assunto em voga no momento. Bem, não que minha vida esteja no melhor cenário, mas ainda assim, de onde está vindo essa coisa que quer me empurrar para não sei onde e nem sei por quê?

É estranha essa sensação de algo como se tivesse uma força te pedindo para ir a algum lugar (que você não sobre onde é), para fazer alguma coisa (que você também não sabe). Não quero ir e nem quero fazer, não sei o que é essa coisa, para onde vai e muito menos se isso pode dar bom… Será que tenho tido problemas com minha intuição e neuroses? Cansei de ouvir o dito “É um salto de fé!”. Tá, mas que seria bem isso?

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Bem, farei caminhada hoje. Wuni deu para convidar uma amiga dela para nos acompanhar nos nossos três dias da semana dedicado a sermos menos procrastinadoras, e não me importo, o que preciso é ter rotina de exercício.

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Aqui no trampo, conversando com minha colega Roxy quando estávamos falando de livros, me disse que ama aventura e é super fã de Robert Jordan. Já eu, não creio ter um gênero em si que se diga como predileto. Leio de quase um tudo, mas comentei sobre um livro que li em 2012 do qual gostei (mas nem tanto, na verdade), e a Gueby disse algo como “acho que ouvi sobre ele no TikTok”. Não tenho redes sociais, então não soube bem o que isso queria dizer, mas o livro é de 2009 e creio que seja de muito tempo muito anterior ao boom que é essa coisa de booktok e não sei o quê.

O livro é do gênero thriller de nome “Não conte a ninguém”. Não é ruim, mas achei maçante do meio para o fim — mas devo considerar que não tenho hábito de ler esse tipo de gênero também. Tentarei um Sidney Sheldon para ver se animo de ler mais desse tipo. O curioso mesmo foi que, comentando sobre o livro é que soube que o dito livro virou filme… Pois bem, agora tenho que assistir para reclamar do filme também (típico meu).

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Música do dia: Madness – Darkways. Para combinar com minha loucura de ter descolorido mechas do meu cabelo amadoramente e no maior estilo “faça você mesma”. Até que gostei do resultado, já que queria algo apenas para sair um pouco do mais do mesmo.

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